segunda-feira, 1 de junho de 2015

Qual o segredo de um professor de qualidade?
Como identificar se seu filho está diante de um profissional capacitado para que a aprendizagem seja produtiva

As principais pesquisas em Educação do mundo mostram que um bom professor é capaz fazer qualquer aluno aprender e ainda é capaz de potencializar seus estudantes. O professor é o principal responsável pelo sucesso da aprendizagem e sua atuação em sala é determinante para o desempenho dos alunos. "A qualidade de um sistema educacional não será maior que a qualidade de seus professores", consta no levantamento "Os Sistemas Escolares de Melhor Desempenho do Mundo Chegaram ao Topo", realizado pela consultoria McKinsey.

"Não existe educação de qualidade sem o bom professor. O professor é o profissional mais estratégico para uma boa aprendizagem, é a peça chave e por isso precisa estar apto para transmitir o conteúdo de forma adequada", diz a secretária de Educação Básica do ME, Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva.
Especial Importância do Professor
Matérias especiais para você entender a importância do professor na sala de aula e como valorizar essa profissão.
Aptidão para ensinar a matéria não depende apenas do domínio do conteúdo. O saber é importante, mas há inúmeros pontos que fazem do professor, um profissional de qualidade. Para identificá-los e cobrar do diretor uma melhor seleção e estímulo e para que o professor do seu filho esteja em condições de lecionar adequadamente é preciso estabelecer alguns critérios e ficar atento.
Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/professor-qualidade-504747.shtml
A construção da autoestima
A psicopedagoga Adriana Tavares diz que dar liberdade à criança para contar o que sente, respeitar sua opinião e valorizar suas realizações são atitudes que ajudarão a formar um adulto confiante

Autoestima é o sentimento de importância e valor que uma pessoa tem em relação a ela própria. Quem a possui em alto grau confia em suas percepções e em seus julgamentos, acredita que suas iniciativas vão dar certo e lida com os outros com facilidade. Um adulto com baixa autoestima sofre por se considerar inadequado e desprestigiado. Também tende a se ver como desamparado e inferior, além de não confiar em si.

Os pais desempenham um papel fundamental na construção da autoestima dos filhos. Esse processo começa na infância. Mas, mesmo que a criança receba cuidados de boa qualidade e passe por experiências sociais positivas, na pré-adolescência e no início da adolescência um certo desconforto em relação a si mesma é muito comum.
Especial Habilidades não-cognitivas
Veja porque estimular competências como sociabilidade, curiosidade e dedicação no seu filho
Para que tudo corra da melhor maneira, os pais devem estabelecer uma comunicação efetiva com os filhos. Isso se consegue reservando um tempo para conversar com eles. Também é importante deixar que participem das decisões familiares e respeitar suas opiniões. A criança adquire confiança a partir da afirmação de seus pontos de vista. Não menosprezar suas preocupações é essencial - aquilo que parece simples para os adultos pode ser fundamental para ela.

Nas conversas, porém, os pais devem ficar atentos ao modo de falar, principalmente se estiverem nervosos, para não magoar nem depreciar os filhos. Suas palavras são muito importantes. Comentários do tipo "Você nunca faz as coisas certas!" ou "Como você pode ser tão burrinho?" levam-nos a duvidar de suas capacidades. As críticas devem estar dirigidas ao fato ou ao comportamento impróprio, não a ela. Por isso o adequado é dizer "Seu quarto está uma bagunça, precisa ser arrumado", e não "Você é mesmo um bagunceiro e joga tudo por todo lado".

Em vez de criar o hábito de repreender a criança o tempo todo, os pais precisam interagir de forma positiva valorizando suas realizações no cotidiano. O elogio funciona como uma força poderosa na mudança do comportamento e no aumento da segurança. Se numa fase da infância descer a escada sozinho ou amarrar o sapato requer concentração, deve ficar claro o quanto esse esforço é apreciado.

Quem recebe incentivos explora situações novas com mais confiança. Esses elogios devem ser específicos. Por exemplo: "Você está de parabéns; fez a lição e agora brinca como combinamos". Beijos, abraços e brincadeiras que envolvem toque também fazem a criança sentir-se amada e bem-aceita pelo que ela é e pelo que é capaz de realizar. O resultado será um adulto confiante, produtivo e feliz.
Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/construcao-auto-estima-410038.shtml
Aula-Fora

Aula Fora

Devemos sempre inovar, pois temos que mostrar interesse para nossos alunos, uma aula diferente, com preparação e objetivos, acaba sendo mais fácil de atingir os resultados, enfim uma AULA FORA e não equivale a série, pois nos na graduação sentimos prazer em poder ter uma aula diferenciada, longe das quatro paredes.
Segue alguns bons exemplos a serem seguidos, mais lembre-se, sempre com preparação e objetivos
Aula de ecologia: Alunos visitam Parque Ecológico de Maracajá


Os alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental I do Colégio Futurão vivenciaram momentos de muita interação e contato com a natureza. Uma verdadeira aula de ecologia na prática. Assim pode ser descrita a visita dos estudantes ao maior parque ecológico da região. Eles visitaram o Parque Ecológico de Maracajá, onde desfrutaram de momentos agradáveis, realizaram trilhas ecológicas e conheceram as mais diferentes espécies de animais que lá estão. A meninada aprendeu, brincou e se divertiu muito no passeio. Confira as fotos desse inesquecível passeio.





Aulas Fora de Sala de Aula Colégio Marista Surubim


Com o apoio da equipe de informática (Erick e Daniel), a utilização da tecnologia como instrumento de ensino tem se disseminado em quase todas as aulas. Essa metodologia tem o objetivo de fazer um review dos diferentes conteúdos trabalhados em sala e ao mesmo tempo possibilita aos alunos novos conhecimentos através de uma dinâmica divertida e interativa.
Aulas Diferentes Conquistam Alunos



Melhorar o mundo a partir da sala de aula. Essa é a proposta de muitas escolas que tentam inovar e tornar as aulas mais atrativas para os alunos. No livro Em busca do sucesso escolar, a professora Ester Luisa Dias atribui o abandono escolar ao estilo de ensino inadequado, associado aos problemas familiares. Atrair um aluno e facilitar o aprendizado tem reflexos positivos na redução de índices de violência e de dependência de drogas.
Associar visualmente o conteúdo é a proposta da Escola Livre Porto Cuiabá, cujo foco é no aluno e em seu potencial. A escola utiliza a pedagogia Waldorf, desenvolvida pelo austríaco Rudolf Steiner, que tem como meta proporcionar aos alunos um despertar harmonioso de todas as suas capacidades.
Fonte:
http://centraldoeducador.blogspot.com.br/2011/11/aulas-diferentes-conquistam-alunos.html
http://marista.edu.br/surubim/2009/05/19/aulas-fora-da-sala-de-aula/
http://www.futurao.com.br/evento/aula-de-ecologia-alunos-visitam-parque-ecologico-de-maracajaAula-Fora Aula Fora Devemos sempre inovar, pois temos que mostrar interesse para nossos alunos, uma aula diferente, com preparação e objetivos, acaba sendo mais fácil de atingir os resultados, enfim uma AULA FORA e não equivale a série, pois nos na graduação sentimos prazer em poder ter uma aula diferenciada, longe das quatro paredes. Segue alguns bons exemplos a serem seguidos, mais lembre-se, sempre com preparação e objetivos Aula de ecologia: Alunos visitam Parque Ecológico de Maracajá Os alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental I do Colégio Futurão vivenciaram momentos de muita interação e contato com a natureza. Uma verdadeira aula de ecologia na prática. Assim pode ser descrita a visita dos estudantes ao maior parque ecológico da região. Eles visitaram o Parque Ecológico de Maracajá, onde desfrutaram de momentos agradáveis, realizaram trilhas ecológicas e conheceram as mais diferentes espécies de animais que lá estão. A meninada aprendeu, brincou e se divertiu muito no passeio. Confira as fotos desse inesquecível passeio. Aulas Fora de Sala de Aula Colégio Marista Surubim Com o apoio da equipe de informática (Erick e Daniel), a utilização da tecnologia como instrumento de ensino tem se disseminado em quase todas as aulas. Essa metodologia tem o objetivo de fazer um review dos diferentes conteúdos trabalhados em sala e ao mesmo tempo possibilita aos alunos novos conhecimentos através de uma dinâmica divertida e interativa. Aulas Diferentes Conquistam Alunos Melhorar o mundo a partir da sala de aula. Essa é a proposta de muitas escolas que tentam inovar e tornar as aulas mais atrativas para os alunos. No livro Em busca do sucesso escolar, a professora Ester Luisa Dias atribui o abandono escolar ao estilo de ensino inadequado, associado aos problemas familiares. Atrair um aluno e facilitar o aprendizado tem reflexos positivos na redução de índices de violência e de dependência de drogas. Associar visualmente o conteúdo é a proposta da Escola Livre Porto Cuiabá, cujo foco é no aluno e em seu potencial. A escola utiliza a pedagogia Waldorf, desenvolvida pelo austríaco Rudolf Steiner, que tem como meta proporcionar aos alunos um despertar harmonioso de todas as suas capacidades. Fonte: http://centraldoeducador.blogspot.com.br/2011/11/aulas-diferentes-conquistam-alunos.html http://marista.edu.br/surubim/2009/05/19/aulas-fora-da-sala-de-aula/ http://www.futurao.com.br/evento/aula-de-ecologia-alunos-visitam-parque-ecologico-de-maracaja

Café com Ciência: Seminário 08/04/2015

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Estudantes expõem trabalhos na Feira de Ciências de Sinop

JOGO DA ADIÇÃO, SUBTRAÇÃO, MULTIPLICAÇÃO E DIVISÃO

PROJETOS PARA FEIRA DE CIÊNCIAS

Momento Cultural - Literatura de Cordel

II Sarau Literário Poesia e Arte

Sarau poético musical do 3° B

sábado, 30 de maio de 2015

Entrevista com Walcyr Carrasco.

Walcyr Carrasco é escritor, dramaturgo e autor de telenovelas, nascido em Bernardino de Campos (SP) em 1951. Formado em Jornalismo, trabalhou nos principais órgãos de imprensa do país e, no momento, escreve crônicas na revista Veja São Paulo, além da novela Morde & Assopra. Recentemente, lançou o livro Laís, a Fofinha, no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo (SP), sobre uma menina gordinha que sofre com gozações e apelidos dos colegas de escola. Confira na entrevista a seguir como o autor acredita que a literatura possa combater o bullying e elevar a autoestima das crianças.

Como a literatura infantil pode ajudar a aumentar a autoestima das crianças?

Walcyr Carrasco – Acredito que a literatura infantil contribua para aumentar a autoestima das crianças de duas formas: primeiro a partir de uma condição íntima, em que a criança se relaciona com a história e com os personagens e absorve a experiência retratada.

A partir daí, tira suas próprias conclusões e cresce interiormente. Em segundo lugar, temas ricos proporcionam debates ricos, não somente orientados pelo professor, mas também entre os alunos, que compartilham a história narrada no livro. Acredito que seja o caso de Laís, a Fofinha, pois a questão do ser ou não gordo e da forma física ideal hoje é uma preocupação de todas as idades, e a criança considerada acima do peso frequentemente sofre bulying. A discussão do tema pode evitar o bulying.

Como os livros podem conscientizar as crianças desde cedo sobre bullying ou problemas da obesidade?

Walcyr Carrasco – À medida que a história é debatida, conceitos e valores são revistos. Hoje em dia muitas crianças são submetidas pela mídia e até pela própria família a padrões estéticos que, de fato, pouquíssimas pessoas atingem. Essa cobrança generalizada também se expressa por meio de agressões a colegas que são vistos como obesos. A criança obesa acaba se retraindo, achando que é "errada". O fato de um livro propor a discussão aberta e mostrar que esses padrões nem sempre são os desejados pela mídia pode ajudar a reconstrução de valores.

"Ouvir uma história é sempre agradável, e as crianças devem entender a literatura como algo prazeroso e não como obrigação."

Como os professores devem agir ao perceber um caso de bullying ou de baixa autoestima nos alunos?

Walcyr Carrasco – Acredito que o professor deva agir com sutileza, propondo a discussão dos temas e valorizando pessoas de sucesso que não correspondem a padrões. Nesse sentido a literatura ajuda muito, pois funciona como ponte para abrir a discussão em cima de temas polêmicos. A criança com baixa autoestima deve ser valorizada de alguma maneira. O professor pode buscar os aspectos em que ela é mais positiva e estimulá-los. O fundamental é mostrar aos alunos por meio da Literatura, de discussões em classe e trabalhos escolares que a diferença é essencial, e não um problema.

Como conversar com os alunos após grandes tragédias em escolas, como os crimes ocorridos em abril no Rio de Janeiro? A literatura infantil pode ajudar nesses casos também?

Walcyr Carrasco – Lidar com tragédias sempre é difícil. A literatura ajuda até porque os contos de fadas tradicionais falam da violência de uma forma alegórica, que torna mais fácil ao aluno compreender. Mas é preciso ser claro em relação a valores e buscar formas de expressão, em que as crianças possam, pintando, desenhando, escrevendo, fazendo música, "soltar" a agressividade sem prejudicar o próximo. Mas não sou otimista. Minha convivência com uma psiquiatra especializada em psicopatas me diz que a psicose não tem cura. Começa a se evidenciar na infância e é muito difícil lidar com isso, quando o problema é realmente uma doença mental.

O livro foi lançado como parte do projeto cultural Lê Pra Mim? Qual a importância de pais e professores lerem para os alunos ainda não alfabetizados?

Walcyr Carrasco – Fundamental! É uma oportunidade para a criança conviver com a literatura desde cedo. E mesmo já alfabetizada, de sentir a literatura como uma forma de compartilhar experiências. Além de tudo, ouvir uma história é sempre agradável, e as crianças devem entender a literatura como algo prazeroso e não como obrigação.

Como os livros podem competir com outras formas de entretenimento, como a televisão, o videogame e a internet?

Walcyr Carrasco – Nunca vi problema nesse sentindo. Não há uma competição. Cada um tem seu fator de atração. Os livros muitas vezes perdem espaço simplesmente porque são apresentados como algo obrigatório. Não se dá à criança o espaço para viver uma experiência agradável, já que o livro muitas vezes está vinculado a trabalhos escolares, a avaliações, enquanto os outros meios são simplesmente lazer. Quanto mais a criança sentir que o livro é uma experiência de prazer, mais vai gostar de ler.

"O fundamental é mostrar aos alunos por meio da literatura, de discussões em classe e trabalhos escolares que a diferença é essencial, e não um problema."








Entrevista com Rubem Alves.

Polêmico e crítico do sistema de ensino brasileiro, o educador Rubem Alves já propôs o fim do vestibular e a adoção de um sorteio para selecionar os alunos que deveriam ir para a faculdade. Nascido em Boa Esperança (MG), em 1933, é bacharel em Teologia, doutor em Filosofia, psicanalista e professor emérito da Unicamp, além de autor de mais de 50 publicações para adultos e crianças. Confira algumas de suas ideias para melhorar a educação do país.

"Análise sintática não ajuda ninguém a ler e escrever melhor, só faz com que os alunos odeiem literatura. O que ajuda a ler e escrever melhor é ler muito."

Como os professores podem contribuir para uma melhor educação no Brasil?

Rubem Alves — Sendo educadores. A melhoria da educação não tem a ver diretamente com leis ou normas, mas com os sentimentos e pensamentos do professor, que precisa ouvir os alunos. A grande tarefa do educador não é dar o que está na grade curricular – odeio essa expressão, já comentei que ela deve ter sido inventada por um carcereiro –, a missão do educador não é dar a matéria, mas ensinar a pensar. Os alunos são obrigados a aprender muitas coisas inúteis, e para quê? Para esquecer um mês depois.

A missão do educador não é dar a matéria, mas ensinar a pensar. Os alunos são obrigados a aprender muitas coisas inúteis, e para quê? Para esquecer um mês depois.

E como o governo pode contribuir com a melhoria do ensino no Brasil?

Rubem Alves — Para começar acho que precisaríamos mudar nossos representantes. Muitos congressistas, com honrosas exceções, não entendem nada de educação. Muitos acham que melhorar a educação é construir escolas, mas isso é mais uma questão eleitoreira, eles inauguram escolas como um “presente” à população: “olha o que fiz para vocês”, mas sem foco no professor e principalmente no aluno.

O senhor já afirmou que a escola é chata. Mesmo tendo que seguir uma matriz curricular, como o professor pode tornar as aulas mais próximas da realidade de seus alunos?

Rubem Alves — A grade curricular obriga os alunos a estudar coisas que não têm nada a ver com a vida. Análise sintática, por exemplo, não ajuda ninguém a ler e escrever melhor, só faz com que os alunos odeiem literatura. O que ajuda a ler e escrever melhor é ler muito. Tenho um livro chamado Vamos Construir uma Casa?, em que proponho que os alunos não aprenderiam coisas abstratas, mas concretas, a partir do seu entorno, do dia a dia.

Essa ideia surgiu após ouvir uma entrevista do navegador Amyr Klink, em que ele cita como ideal uma escola que existe na Ilha Faroe, na Dinamarca, que era ponto de parada dos Vikings em suas incursões guerreiras. Nessa ilha, as crianças aprendem tudo o que precisam para viver construindo uma casa Viking. Aí eu pensei: se isso é possível na Ilha Faroe, por que não seria possível também para as nossas crianças? Claro que não é construir uma casa com tijolo e cimento, mas na imaginação.

O uso de tecnologia é fundamental para o ensino das crianças de hoje, os "nativos digitais"?

Rubem Alves — Sim, é essencial que os professores saibam o que está acontecendo no mundo. A tecnologia está em tudo, até no botão do elevador, ela está aí para ficar e os professores precisam de desenvolver, se “realfabetizar”, e entender seus alunos que já nasceram dentro desse mundo tecnológico.

O senhor é defensor da Escola da Ponte. Que princípios desse modelo poderiam ser aplicados no Brasil?

Rubem Alves — Na Escola da Ponte, os alunos não têm aula. Como assim? São organizados pequenos grupos com um tema comum, e os alunos escolhem um professor para orientá-los durante duas semanas. Nesse tempo, eles pesquisam e ensinam uns aos outros o que aprendem. “Aula” era no tempo em que só o professor sabia a matéria, mas hoje a informação está em todo lugar, não tem por que um professor ficar repetindo um conteúdo, ele deve orientar, ser um guia. O professor não precisa necessariamente conhecer o assunto a ser estudado pelos alunos, ele deve indicar caminhos. Algumas escolas já estão adotando essa ideia de trabalhar com projetos, o que permite um aprendizado mais natural, afinal, como as crianças ensinam umas as outras a brincar? De forma natural, sem nenhuma pedagogia.

Exames nacionais como o ENEM são eficientes para medir o conhecimento dos alunos e servir de parâmetros da educação no país?

Rubem Alves — Já disse várias vezes que devemos acabar com o vestibular e propus sorteio como uma forma mais democrática. Sou favorável ao ENEM desde que ele não vire um novo vestibular. Deveria ser proibido se preparar para o exame, pois ele tem que medir o que ficou de conhecimento, não adianta se preparar na véspera. Um exame com preparação falsifica os resultados, é como dar uma “cola” ao aluno. Além disso, a prova não deveria ser assinada, ou seja, o resultado deveria representar o resultado coletivo, e não o individual.

Retirado do site: 
http://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/90/artigo236243-1.asp. (Acessado em 26.maio.2015)







Aulas Fora!!!!
Relacionar os temas estudados em sala com o que ocorre fora dela é algo que deve estar no radar de todos os professores. Entre as formas de realizar essa tarefa, uma das mais consagradas é o trabalho de campo, presente em disciplinas como Ciências, História e Geografia. No caso dessa última, uma das intenções principais é levar a turma a compreender a paisagem cultural (a união de elementos naturais e construídos pelo homem em determinado espaço), entendendo as relações biológicas, sociais e econômicas que a estruturam. 
Para chegar lá, organizar a visita é apenas um dos passos. Tudo começa com uma reflexão sobre o objetivo: você quer que os alunos conheçam na prática o que está no livro? Que reflitam sobre a vida em um local específico? Ou que comparem o que virem com sua realidade? Da resposta a essa pergunta, nascerão pistas para definir o tipo de trabalho mais adequado. "É preciso considerar também a maturidade da turma, pois algumas alternativas exigem conhecimentos que os menores podem ainda não ter, como a linguagem cartográfica", explica Christian Monteiro de Oliveira, coordenador do curso de Geografia na Universidade Federal do Ceará (UFC). 
Etapas do planejamento, a prmeira é a organização da saída, que precisa de uma sondagem prévia do local para relacioná-lo ao tema abordado em aula. Em seguida, é hora de ajudar a preparar o caderno de campo (instrumento de  registro que servirá de apoio na pesquisa), promovendo a aprendizagem das técnicas (entrevistas, fotografias etc.), discutindo qual a mais adequada ao desafio e o nível de complexidade (no caso de uma entrevista, deve-se decidir quais perguntas não podem ficar de fora e se o depoimento será anotado ou gravado). 
Durante a visita, seu papel é auxiliar os alunos para que não percam o foco, direcionando a atenção aos aspectos essenciais ao trabalho. E, no retorno à classe, reserve momentos para que a garotada troque relatos e, principalmente, identifique o que ainda precisa de mais pesquisa para ser esclarecido.

Objetivo 
Aprofundar um tema ou tirar dúvidas após tê-lo estudado em sala. O desafio é relacionar o conteúdo dos livros com as observações no espaço externo. Em geral, consiste em uma única visita. 

Anos 
Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental. Também vale como primeira saída para as séries finais. 
Exemplos 
Conhecer a nascente de um rio durante os estudos de hidrografia. Visitar uma estação meteorológica para entender as explicações sobre diferenças climáticas numa cidade. 
Visitar um manguezal para ter contato com seus aspectos culturais, ambientais, sociais e econômicos. Relacionar as características de um parque urbano (fauna, flora, público, atividades econômico-sociais etc.) com seu entorno. 
Conhecer dois bairros, um nobre e outro periférico, para confrontar suas características. Visitar uma exposição sobre os produtos de exportação de outro país e compará-los aos exportados pelo Brasil. 
Antes da visita 
Sempre que possível, vá ao local e crie um roteiro com os pontos principais. Em sala, os estudantes já devem conhecer o conteúdo. O caderno de campo deve ter instruções sobre os aspectos a serem observados: indicações do que fotografar, perguntas específicas para uma entrevista, tabelas de coleta de dados etc. 
Durante a visita 
Privilegie as perguntas da turma - como já conhecem o tema, o campo é o lugar ideal para debatê-las. Caso a visita seja monitorada, é importante que o professor esclareça aos monitores qual o conteúdo de estudo para manter o foco. 
Depois da visita 
No quadro ou por meio de um painel, promova a socialização dos dados observados e coloque em pauta as dúvidas que ainda restaram.




por: NATHÁLIA CRISTINA DE ARRUDA
Olá turma, tenho uma dica de um filme para os educadores muito lindo :  Ao mestre com carinho.
Um jovem professor enfrenta alunos indisciplinados, neste filme Clássico que refletiu alguns dos problemas e medos dos adolescentes dos anos 60. Sidney Poitier tem uma de suas melhores atuações como Mark Thackeray, um engenheiro desempregado que resolve dar aulas em Londres, no bairro operário de East End. A classe, liderada por Denham (Christian Roberts) Pamela (Judy Geeson) e Barbara (Lulu, que também canta a canção título) estão determinados a destruir Thackeray como fizeram com seu predecessor, ao quebrar-lhe o espírito. Mas Thackeray acostumado à hostilidade enfrenta o desafio tratando os alunos como jovens adultos que breve estarão se sustentando por conta própria. Quando recebe um convite para voltar a engenharia, Thackeray deve decidir se pretende continuar.


·         Título Original: To Sir, with Love
·         País de Origem: Inglaterra
·         Gênero: Drama
·         Duração: 105 Minutos
·         Ano de Lançamento: 1967


Meu nome é Mayara e trabalho atualmente em uma ong centro comunitário todo mês os professores e estagiários selecionamos filmes para a cessão cinema esse filme foi um escolhido e muito lindo para ensino fundamental.
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é um filme sobre pessoas comuns que desejam realizar seus sonhos. O início de tudo é bastante conturbado: o nascimento de Amélie (Audrey Tautou), o suicídio de sua mãe em frente a uma igreja, o fetiche de seu pai por um gnomo de jardim e o diagnóstico errado de um problema em seu coração. Essa sua suposta doença a deixa confinada em casa, criando para si uma vida cheia de fantasias. Sem querer, ela acha uma caixa com coisas de Dominique (Maurice Bénichou). Quando encontra o dono desses objetos, Amélie descobre um novo objetivo para sua vida: fazer as pessoas felizes através de pequenos gestos.

Diretor: Jean-Pierre Jeunet
Elenco: Audrey Tautou, Mathieu Kassovitz, Rufus, Yolande Moreau, Artus de Penguern, Urbain Cancelier, Dominique Pinon, Maurice Benichou.
Produção: Jean-Marc Deschamps, Claudie Ossard
Roteiro: Jean-Pierre Jeunet, Guillaume Laurant
Fotografia: Bruno Delbonnel
Trilha Sonora: Yann Tiersen
Duração: 120 min.
Ano: 2001
País: França
Gênero: Comédia
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Classificação: 14 anos

Tem um canal muito interessante chamado tv escola lá contém muitas entrevistas dicas e achamos também no youtube google recomendo tudo a ver com educação.
Tem uma entrevista do Paulo freire sua historia muito bom. https://youtu.be/6hcABrx70ag
Vários documentários.

O papel da avaliação no aprendizagem . https://youtu.be/NyV47Ty3JzA.

POR: MAYARA DE OLIVEIRA LIMA 
Rococó
Objetivos
- Conhecer algumas da obras que apresentam o estilo Rococó.
- Entender o conceito de estilo.
Comentários
Você sabia que o salto alto (nos sapatos) foi inventado por Luís 15? Da mesma forma, a corte do monarca francês criou um estilo que entra e sai de moda, sendo sempre retomado, ainda que com outras propostas. Esta aula, além de fazer com que os alunos conheçam o Rococó e suas características, também é bastante útil para a discussão do conceito de estilo.
Material
O texto sobre Rococó 
Estratégia
- Leitura e interpretação do texto.
- Leitura de imagens (as que estão no texto e as que o professor tiver).
- Imagens de decorações internas ao estilo Luís 15.
- Observar outras decorações, de outras épocas, que sigam determinado estilo: barroco, neoclássico, moderno etc.
Atividade
1. Em grupos, os alunos farão um projeto de decoração da sala de aula, seguindo o estilo Luís 15. É muito importante que a apresentação e a discussão dos projetos envolvam toda a classe.
2. Depois de discutir os projetos, os grupos devem retomar seus trabalhos, mas propondo agora um novo estilo: sem abandonar o ponto de partida, que foi o Rococó, criar algo novo. Que classes sociais poderiam ser representadas nas pinturas? Ou, ainda, ao invés de porcelana, que objetos de decoração poderiam ser trabalhados?
Sugestões
- Trabalho interdisciplinar com História e Língua Portuguesa.
- Se na sua cidade existirem edifícios que possam ser visitados, leve os alunos.


POR:SIMONE DE ALMEIDA
Estava procurando projetos que fossem interessantes trabalhar e achei um site de um colégio chamado magno, neste site tem diversos projetos e fotos que mostram como foram desenvolvidos, são projetos literatura mais podem ser multidisciplinares com um pouco de imaginação e colaboração pode-se trabalhar a diversidade, artes, culinária entre outros vale a pena dar uma espiada, sem contar que o site tem uma carinha super  legal, vai lá conferir!


quarta-feira, 27 de maio de 2015

Olá professores e futuros professores, li este artigo na revista nova escola e precisava compartilhar este texto nos mostra o quanto um bom projeto pode auxiliar no desenvolvimento então aproveitem a leitura.
O que um bom projeto para Educação Infantil precisa ter?
Ao escolher trabalhar com projetos, o professor de Educação Infantil precisa ter foco e clareza de seus objetivos. Um bom planejamento o ajudará a avaliar de forma permanente o projeto e a escolher intervenções adequadas para responder às demandas das crianças durante o percurso
1. Por que trabalhar com projetos na Educação Infantil?
Proponho uma reflexão sobre os sentidos da realização de projetos na Educação Infantil e os desdobramentos dessa escolha metodológica na ação educativa.
São vários os aspectos que devem ser considerados quando o professor escolhe esta modalidade organizativa para desenvolver sua ação com as crianças. O primeiro e, sem dúvida, o mais importante é o sentido que pode ser atribuído às aprendizagens. Muitas vezes ouvimos os profissionais envolvidos no trabalho com crianças pequenas contarem que desenvolvem projetos para trabalhar diversos temas visando alcançar diferentes objetivos.
Há projetos que têm como foco o desenvolvimento de comportamentos leitores ou visam à aproximação com determinados conceitos científicos ou fatos históricos, enquanto outros são voltados para os conhecimentos em arte. Enfim, são inúmeras as possibilidades de pesquisas feitas com as crianças que podem ser organizadas por meio desta forma de trabalho.
Os projetos podem reunir uma série de condições favoráveis para que a escola assuma sua maior responsabilidade: promover a construção de novos conhecimentos com sentido e profundidade. Mas, para que isso ocorra, quais são os pontos a que o professor deve prestar atenção?
Um aspecto muito importante é a escolha do tema. A quem cabe essa decisão: ao professor ou à criança? Reflexões feitas por professores em encontros de formação têm nos mostrado que a ideia de que um projeto só é significativo quando surge com base no que as crianças propõem é inconsistente. Algumas vezes, inclusive, sem que tenha consciência disso, o professor afirma que baseia a sua prática em uma abordagem democrática, mas, ao analisarmos com cuidado o planejamento e suas escolhas, vemos que as decisões consideraram mais o ponto de vista do adulto do que o da criança.

Este é um artigo da revista nova escola que pode ser encontrado em: http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/palavra-especialista-clelia-cortez-projeto-educacao-infantil-751323.shtml

POR: SIMONE DE ALMEIDA

Filmes
O Cisne Negro
Bicho de Sete Cabeças
Duelo de Titãs – (Preconceito racial)
Escritores da liberdade – (Disciplina e Respeito)
Gênio Indomável –
Legalmente Loira – (Superação e o não julgamento)
Nenhum a menos – (Seguir em frente)
Vem dançar – (Disciplina e Respeito)
A corrente do bem – (Pensar no Próximo)
A procura da felicidade – (Nunca desistir)
Coach Carter-Treinando para a vida
O som do coração
A onda
Desafiando gigantes
Ela dança eu danço – (Lição de Valores)
Menina de ouro
Mentes perigosas
Como estrelas na terra
Os Croods – (Se abrir ao novo)
Avioes – (Superação)

PROJETO AFRO: “A EDUCAÇÃO É PRETO E É BRANCO”
PÚBLICO-ALVO: ENSINO FUNDAMENTAL

Justificativa:
Tendo em vista o alto nível de preconceito racial no Brasil, é necessário abordar métodos eficazes de combate a essa prática, buscando maneiras legais para envolver o contexto igualitário, com seus direitos e deveres.
O tema principal deste projeto é a cultura afro, que vem a cada dia, buscando seu espaço e muitas vezes é inabalável pela concepção de modelo ideal ditado pelos brancos, que se julgam superiores e tentam de todas as formas subjugá-los.
A meta do projeto é, prioritariamente, combater o racismo dentro da instituição escolar uma vez que, de acordo com estudiosos do tema, toda forma de preconceito surge dentro dela que é de suma importância para a real valorização de nossas origens, visto que somos frutos de grande miscigenação étnica.

Problematização:
Alto grau de desvalorização da cultura afro, agente causador de preconceito e discriminação raciais.


Objetivos:
·      Valorizar a cultura e as tradições africanas presentes em nossa sociedade.
·        Amenizar as práticas racistas em nosso ambiente escolar.
·        Desenvolver o senso de respeito em nossos alunos e incentivá-los para que divulguem o que aprenderam em seus lares e na comunidade que estão inseridos.
·        Valorizar em todos os âmbitos, a pluralidade cultural existente no Brasil e em nossa comunidade.
·        Elevar a auto-estima e promover reflexões sobre o legado africano.
Desenvolvimento:
Serão trabalhados diversos assuntos referentes ao tema “História da Cultura Afro-Brasileira”, distribuídos da seguinte forma:

·        Produções de texto;
·        Frases;
·        Poemas e poesias;
·        Textos informativos (situação dos negros na sociedade – ontem e hoje - / violência, castigos, “liberdade”, ideal de ego, Quilombos, saúde e hábitos alimentares, religião predominante entre os afros – Candomblé e Umbanda – etc.);
·        Leitura de livros dos Kits literários doados pela SEMED na realização do projeto do ano passado;
·        Paródias;
·        Músicas;
·        História da capoeira;
·        Danças diversas;
·        Desenhos;
·        Peças teatrais;
·        Gráficos sobre a população negra no país;
·        Filmes;
·        Personalidades antigas (Zumbi, Ganga-Zumba, etc.) e contemporâneas (Mandela, Luther King, Pelé, Milton Nascimento, etc.)
·        Fantoches;
·        Brincadeiras;
·        Artesanato (balaios, esteiras, redes, bijuterias, confecção de bonecas, etc.)
·        Trajes típicos;
·        Mural;
·        Entrevistas com pessoas negras;
·        Jograis;
·        Receitas;
·        Mensagens;
·        Etc.

Culminância:
A culminância do Projeto dar-se-á em dois momentos:
·        Hora Cívica previamente agendada pela direção da escola.
·        Culminância do projeto “A Educação em Preto e Branco”, idealizada pela SEMED em Unaí, a realizar-se em praça pública, com apresentação dos melhores trabalhos desenvolvidos pelos alunos em cada instituição de ensino.

Avaliação:
A avaliação do projeto será diária, realizada pelos professores em suas específicas disciplinas, observando-se o interesse, a participação ativa e o comprometimento dos alunos em cada atividade desenvolvida.




Lista de músicas para